TÉCNICA VOCAL PARA COROS (parte II)
INTRODUÇÃO
Como continuação do trabalho anterior, no qual falamos da postura, da voz e do
coral como forma de se aprimorar a técnica vocal, neste, colocaremos alguns outros
aspectos importantes acerca do aprendizado desta belíssima arte, visando
esclarecer alguns pontos obscuros e ímísticosî característicos da transmissão
oral das informações.
O primeiro assunto a ser tratado é, provavelmente, o maior responsável de todo o caos cognitivo a respeito da correta utilização da voz - a respiração.A respiração e o apoio, que não podem ser analisados separadamente, necessitam de um capitulo dedicado somente a eles. Neste capitulo, tentaremos elucidar estes dois assuntos, que sempre foram os mais ocultos e mais pouco explicados, na historia do estudo da técnica vocal. Não aprofundaremos, porém, o problema da troca de gazes na inspiração e na expiração. Este assunto terá que ser deixado para um ulterior aprofundamento posterior, procurando em outras fontes. No entanto, teremos que falar da estrutura anatômica envolvida no processo ñ anatomia, física do processo e sua aplicação no processo de fonação.
A seguir, retomaremos, aprofundando mais o aspecto teórico, o conceito de voz
já abordado no trabalho anterior. Em seguida teremos um capitulo sobre
ressonância.
Mais adiante falaremos da articulação que, apesar de não ser um assunto difí-cil de ser explicado como o apoio, merece um cuidado especial, pois sem uma boa técnica de ar-ticulação, a própria respiração e apoio podem vir a ser prejudicados mais ainda.
RESPIRAÇÃO E APOIO
A respiração pode ser
pensada como sendo dividida em duas fases essenciais:
… O tórax expande e o ar entra ñ inalação
…
O
tórax encolhe e o ar sai ñ exalação
A nossa compreensão da
respiração é diretamente ligada ao uso que fazemos dela para cantar e falar.
Existem muitas teorias
acerca de como um cantor deveria aplicar a respiração ao seu processo de
fonação na hora da sua performance. Uma coisa, porem, tem que ser clara desde o
inicio. O uso que se faz da respiração tem que ser diferenciado no caso de
respiração vital ñ que é aquela que nos faz sobreviver ñ ou no caso de fonação
em qualquer nível ñ falando o cantando.
Vamos começar com a física do processo respiratório.
Desde os primeiros estudos de física na escola,
sabemos que a natureza não tolera o vácuo. Ou seja, todo o espaço vazio de ar
tende a ser preenchido mais cedo ou mais tarde. Este principio da física se
aplica perfeitamente a nossa respiração. Os nossos pulmões funcionam exatamente
da mesma maneira que um saco esvaziado a vácuo. Ao receber o estímulo
apropriado e inconsciente do cérebro, o diafragma se contrai e se move para
baixo. ¿ medida que o diafragma se contrai e desce, acontece uma
depressurização no interior dos pulmões criando um vácuo e o ar,
conseq¸entemente, é aspirado para dentro.
Na expiração o processo é contrario. O diafragma relaxando
e subindo, cria uma pressão natural nas moléculas de ar contidas nos pulmões.
Aumentando a pressão interna a ponto de se tornar maior do que a externa,
o ar é expelido naturalmente, quase que sugado pela menor pressão externa.
Veja a figura.
Falando nestes termos simples, aparentemente, todos
sabem respirar. Porém, a vida e a experiência nos mostram que a realidade é bem
diferente. Devido a erros de postura, ou a excesso de exercício aeróbico as
pessoas, em geral, desaprendem a maneira correta de se respirar aprendida desde
criança naturalmente. A ginástica aeróbica, especialmente,À é a maior responsável de nossos problemas de
respiração, pois nos recomenda e relembra constantemente o jeito mais errado
que existe para respirar, ou seja, o de inspirar estufando o peito e encolhendo
a barriga, e o de expirar pressionando o peito contando em voz alta. Não pode
existir jeito pior de respirar. Vai contra todas as leis da natureza! Vejamos
porquê.
O diafragma, como vimos, é responsável pela
respiração natural. Ao se contrair e se abaixar, na inspiração, o diafragma
precisa de espaço, empurrando assim os órgãos do aparelho digestivo para baixo
e para os lados. Se, como se faz na ginástica aeróbica, eu tiver que encolher a
barriga, para onde vão os meus órgãos do aparelho digestivo? A resposta é ñ tem
que ser comprimidos ate o extremo, ou a inspiração vai ficar prejudicada. Na
maioria das vezes a respiração é que sofre com isto.
Outro problema da inspiração forcada do estilo
aeróbico, está na força desnecessária que se faz para estufar o peito. Os
músculos intercostais são, por natureza, muito fracos e, qualquer movimento
forçado e repetitivo gera um cansaço desnecessário e prejudicial à ação
performática do cantor.À
O jeito correto de se inspirar e expirar, é
movimentando o abdômen, respectivamente, para fora e para dentro. Em outras
palavras, ao se inspirar estufamos o abdômen, e ao expirar o encolhemos. Desta
maneira, na inspiração, estamos favorecendo o deslocamento dos órgãos do
aparelho digestivo para frente, deixando espaço para o diafragma se contrair e
descer livremente. Na expiração, ao contrario, encolhemos o abdômen, assim
favorecendo o movimento de subida do diafragma que, empurrado pelos órgãos do
aparelho digestivo e pela musculatura do abdômen, esvazia os pulmões com mais facilidade
e menos força. Isto é apoio.
A outra vantagem deste procedimento é que os músculos intercostais não se acionam em nenhum momento. Permanecendo relaxado o tórax, a fadiga é extremamente reduzida permitindo ao cantor uma maior concentração na performance. A Helena W–hl Coelho diz:
A inspiração natural começa de baixo para cima, em nosso corpo. Isto resulta primeiro em expansão abdominal e intercostal devido ao abaixamento do diafragma, e apenas depois, na expansão antero-posterior do tórax.
Isto quer dizer que, mesmo
não movimentando o tórax através dos músculos intercostais, ele se movimenta,
obviamente, devido ao enchimento dos pulmões de ar.
Falamos no inicio que tem dois tipos de respiração
diferentes entre si. Uma, é a respiração vital e a outra, a respiração feita
para se usar o aparelho fonador, seja para cantar que para falar. A propósito
da respiração vital a Helena W–hl Coelho diz:
poderia se afirmar que o corpo humano, além de um pulso cardíaco, tem um pulso respiratório. A semelhança dos movimentos cardíacos de sístole-diástole, o diafragma realiza uma pulsação contínua de bombeamento ñ neste caso de ar ñ para dentro do corpo por controle vegetativo.
E, a respeito da respiração
feita para se usar o aparelho fonador, e que não deixa de ser também uma
respiração vital, diz:
O
ato de cantar interfere, pela ação da vontade, sobre a continuidade e
regularidade espontânea desse pulso respiratório, o que traz consequências para
o funcionamento geral do organismo.
Como vimos, então, a respiração feita por vontade e
com o fim de se usar o aparelho fonador tem consequências no funcionamento
geral do organismo. Vejamos porquê.
Dependendo do comprimento da fala, ou frase cantada,
do ritmo e da velocidade de execução da mesma, a expiração, que na respiração
vital é feita de forma natural e instintiva, tem que passar a ser controlada
pelo cérebro consciente. Isto faz com que o ritmo natural, parecido com os
batimentos cardíacos do que falamos antes, passe a não mais existir, sendo
substituído por um ritmo artificial, controlado pela ação do cérebro pensante
musical.
A prioridade neste momento é a execução musical. A
respiração passa a ser de importância subordinada a estética da execução. Isto,
efetivamente, pode gerar algumas interferências no funcionamento do organismo
que são responsáveis pela grande maioria das falhas no desempenho e na
performance dos cantores. Falta de ar, angustia respiratória, perda de controle
na emissão da voz, etc. são problemas decorrentes deste tipo de respiração
pouco, ou nada treinada.
A Helena W–hl Coelho diz acerca deste assunto:
O grande problema da angustia respiratória dos cantores, não está na falta de ar, mas em sua utilização errada. Segundo Gómez, o problema para quem canta não é az inspiração, mas a expiração. [...] a maioria dos erros respiratórios se da por excesso e não por falta de ar.
Em outras palavras, se a inspiração continua sendo feita de forma natural -
como na respiração vital - a expiração mal treinada é responsável sozinha pelos
problemas dos cantores.
Como melhorar esta situação? Somente se dedicando ao
estudo metódico e serio do assunto. Praticando exercícios específicos
diariamente, primeiro re-aprendendo a fazer a respiração vital de forma
correta, depois treinando o controle da respiração para o uso do aparelho
fonador. A literatura hoje esta cheia de material de estudo com exercícios dos
mais variados níveis. Vejam na sessão bibliografia alguns livros de
autotreinamento recomendados pelo autor.
Um bom professor ñ o melhor que puderem conseguir -
é ainda mais apropriado, para dar uma orientação personalizada ao aluno
conforme as suas características individuais.
Após esta breve introdução sobre respiração, para se
encerrar a compreensão do assunto, temos que esclarecer melhor o conceito de
apoio apenas introduzido anteriormente.
Para se entender melhor o apoio temos que falar
rapidamente do diafragma e do seu funcionamento. Vejamos a figura abaixo. A linha
em vermelho escuro representa o diafragma, e a em vermelho claro o coração.
Como se pode observar da figura, na fase de inspiração o diafragma está
contraído para baixo e, na fase de relaxamento, o diafragma sobe expulsando ar
para fora do corpo ñ expiração.
Coloquei o coração na figura para mostrar como ele
se movimenta junto ao diafragma por ser ligado a ele através de uma membrana em
forma de saco que o envolve por completo. Outra peculiaridade que pode ser
observada na figura é a diferencia de altura dos dois lados do diafragma. O
lado esquerdo é visivelmente mais baixo para deixar mais espaço para o coração.
Apoio, portanto, é o controle elástico e consciente da força retrátil passiva e espontânea do movimento de elevação do diafragma ao promover a expiração, e é conseguido pelo domínio de seus antagônicos ñ os músculos abdominais e intercostais ñ com a finalidade de manter o equilíbrio da coluna de ar e aplica-la a fonação. Quando em postura correta, o apoio segura o diafragma para baixo e, analogamente ao que acontece a outro êmbolo qualquer, o ar é mantido dentro do corpo. Este ar fica localizado nos pulmões [...] formando a chamada coluna de ar. Š essa coluna que, se movendo pra cima e pra baixo [...] vai trazer consistência ao som emitido.
[O apoio] é a sustentação da coluna de ar que faz parte da produção do som. Quando você inspira, o ar enche seus pulmões, alargando a região das costelas e estendendo os músculos intercostais. Ao mesmo tempo, o diafragma se abaixa e expande para os lados (sem o seu controle voluntário). O que você pode ñ e deve controlar são os músculos intercostais e abdominais. Assim, o diafragma e todos os músculos envolvidos no processo respiratório estão na posição adequada a proporcionar uma boa emissão vocal, pois eles controlam a saída de ar e do som (que ocorre na expiração).
Portanto, o apoio, é a força motriz que impulsiona a
saída de ar na emissão sonora. A sensação de se estar aproveitando bem o apoio
é muito subjetiva e difícil de ser explicada de uma forma universal, ou seja,
compreensível a todos, mas quando este conceito estiver bem assimilado, os
efeitos serão claramente visíveis e benéficos.
Diminuição drástica de problemas de rouquidão, maior
disposição para cantar e menor cansaço, som de voz mais apurado e cristalino,
são somente alguns entre os tantos benefícios do bom aproveitamento do apoio.
A VOZ ñ FONAÇÃO
Para se entender bem como produzimos e controlamos a
afinação da nossa voz, precisamos observar primeiro a conformação física do
nosso aparelho vocal e o mecanismo que faz isto acontecer.
A Laringe
A laringe é um conjunto de cartilagens móveis. Para
saber onde fica, é só olhar para aquela protuberância que fica bem no centro do
nosso pescoço apontando para frente. A protuberância é chamada de tiróide, ou
ípomo de Adãoî - que nos homens é visivelmente mais acentuado do que nas
mulheres - e faz parte deste conjunto.
A laringe atua como uma válvula. Quando ela fecha
separa completamente a boca da passagem para os pulmões. Desta maneira ela faz
com que a comida não entre nos pulmões ao ser engolida. Ao mesmo tempo é
responsável por controlar a passagem de ar da boca e nariz para os pulmões e
vice-versa. Esta função é adaptada à fonação da seguinte forma.
As cordas vocais
Na laringe temos as cordas vocais, que são também
responsáveis por esta atuação à válvula da qual falamos antes. O nome ícordasî
não parece ser muito apropriado, pois não se trata realmente de duas cordas, e
sim de dois músculos ligados as paredes internas da laringe. Atualmente o termo
esta sendo mudado por ípregas vocaisî, que nos parece mais apropriado.
Aproveitando a coluna de ar sustentada pelo apoio na
expiração, as pregas vocais, que são moveis e colocadas bem no meio do caminho
entre os pulmões e a boca, vibram.
A ação das pregas vocais pode ser muito rápida e,
durante a fonação, esta ação converte o fluxo de ar que esta saindo, em uma
serie de pequenos sopros cíclicos que ao sair pela boca podem ser ouvidos como
som. Esta onda sonora, devidamente ressoada, é a nossa voz.
Altura e Intensidade
Altura e Intensidade estão relacionadas entre si.
Quando falamos normalmente, geralmente, usamos menos intensidade ñ volume ñ e
sons mais graves ñ baixos. E quando estamos eufóricos, ou no meio de um barulho
de transito, a intensidade e altura da nossa voz sobem proporcionalmente. Na
fonação aplicada ao canto isso não acontece sempre, pois, as vezes, uma
passagem musical exige que o cantor suba a intensidade da voz ao mesmo tempo em
que tenha que cantar notas graves. E é com este tipo de problema, que a maioria
dos cantores novatos se deparam. Alta intensidade, notas graves; baixa
intensidade, notas agudas ñ altas. As aulas de canto e um bom aprendizado de
técnica vocal podem solucionar problemas como este.
Para se entender como é possível este controle
independente de intensidade e altura, é preciso entender como funciona
fisicamente a afinação da nossa voz no aparelho fonador.
A altura da nota ñ na escala natural fá é mais alto
que do - é determinada pelo numero dos pequenos sopros cíclicos que são gerados
nas pregas vocais. Quanto maior o numero de sopros cíclicos por segundo, maior
será a frequência ñ altura - do som que se gerará. Quanto menor o numero dos
pequenos sopros cíclicos gerados pelas pregas vocais, menor será a frequência ñ
altura ñ do som que virá a ser gerado. Para que este fenômeno aconteça, porém,
as pregas vocais, têm que estar mais rijas e apertadas na produção de sons
agudos e mais abertas e frouxas na produção de sons graves.
Portanto, a pressão do ar emitido tem que ser
proporcionalmente maior a medida em que formos produzir sons mais agudos. Ou
seja, quanto mais agudo o som requerido, quanto mais pressão temos que exercer
na nossa coluna de ar para produzi-lo. Fica clara, assim, a relação natural
entre intensidade e altura. Quanto mais agudo o som requerido, quanto mais a
intensidade ñ pressão - necessária para produzi-lo.
A independência destes dois fatores é difícil de se
obter, porém, necessária, e requer um estudo adequado e o acompanhamento de um
bom profissional da área.
Voltando a produção do som. Até este preciso
momento, porém, o som, como o ouvimos externamente, não aconteceu. Os pequenos
sopros cíclicos ainda são compostos somente de ar. A partir daí, o som gerado
precisa ser ouvido externamente à nossa boca. Š aqui que entram em ação os
íressonadoresî naturais em nosso corpo.
RESSON¬NCIA
O
termo ressonância indica o aumento das vibrações sonoras devido as
rever-berações que, no caso da voz, acontecem na garganta, no peito, na boca,
no nariz e nos seios da face. Isso significa que o nosso instrumento vocal já
vem com amplificadores naturais que, a medida em que aprendemos a usá-los,
aumentam o volume da voz sem forçar as pregas vocais.
Já
devemos ter reparado, que ao cantar num quarto pequeno ou numa igreja, o som da
nossa voz se desenvolve de forma bem diferente. Na igreja, certamente, a voz
terá um som muito maior devido à abóbada e ao tamanho do espaço da sala. Assim
também, dentro de nós, o som se amplifica nas cavidades existentes no nosso
corpo.
Os
pequenos sopros cíclicos que foram gerados nas cordas vocais representam,
essencialmente, o som no seu estado mais puro. Este som ñ a nota ñ precisa ser
enriquecido com as harmônicas para que possa ganhar uma qualidade e uma
intensidade auditiva aceitável para os nossos ouvidos. Este trabalho é feito
pelos íressondoresî naturais do nosso corpo: peito, garganta, boca, nariz, e
todas as outras cavidades existentes.
ARTICULAÇÃO
Existem na literatura mundial milhares de exercícios para melhorar a nossa articulação, porém, somente os que encontramos na literatura brasileira servem, pois os fonemas variam conforme a língua falada. Alem disso, a língua falada num país influencia a tal ponto a dicção e a pronúncia que chega a modificar o tom de voz geral das pessoas daquele país. Portanto, deve ser evitado o uso de métodos de canto clássico Italiano para se ensinar articulação aos brasileiros, pois isto pode gerar graves problemas de controle da articulação difíceis de serem consertados posteriormente. Portanto, atenção ao método de exercícios usado para melhorar a articulação.
CONCLUSÃO
Faltam ainda alguns assuntos a serem tratados, como projeção, tessitura, uso do microfone, saúde e cuidados com a voz e muitos outros que aprofundaremos em trabalhos posteriores.
Como no trabalho anterior, poderia colocar aqui alguns exercícios para a voz, a
respiração/apoio, a ressonância e a articulação, entretanto, como já disse,
existe uma boa literatura tratando destes aspectos. Prefiro colocar na
Bibliografia alguns textos que podem ser adquiridos nas melhores
livrarias.à
Todavia, para conclusão, colocaremos aqui alguns
lembretes essenciais para se começar o trabalho rumo a uma maior compreensão
dos aspectos ímísticosî relacionados ao aprendizado do uso correto da voz....
Pra começar, é importante lembrar que, o mesmo corpo capaz de amplificar o som pode abafá-lo. Por este motivo, quando estiver cantando, articule bem as palavras, sentindo o som sair naturalmente, sem esforço. Procure deixar o maxilar e o pescoço sempre relaxados.
Š essencial que você desenvolva a habilidade de cantar sem que
haja tensão. Comece a pensar da seguinte maneira: quando estiver cantando, ao invés de pensar em fazer
força e tencionar, pense em relaxar e abrir a garganta.
Executando os exercícios vocais, você estará
trabalhando as sensações físicas da fonação, ressonância e articulação.
Sinta-os como parte de você. E acima de tudo, ouça-os! O retorno auditivo,
através das suas expressões vocais, é uma parte vital do processo de
vocalização. Lembre-se: é a pessoa, em um todo, que fala e canta.
BIBLIOGRAFIA
LEITE,
Marcos. Canto Popular Brasileiro. Rio de Janeiro, Lumiar Editora, 2001.
GOULART,
Diana. Por todo o Canto. Rio de Janeiro, Editora dos autores, 2000.
DELANNO,
Cris. Mais que nunca é preciso cantar. Rio de Janeiro, I.E.I., 2000.
MC CALLION, Michael. The Voice Book. London, Faber and
Faber Ltda., 1998.
W÷HL
COELHO, Helena. Técnica vocal para coros. São Leopoldo ñ RS, Editora Sinodal,
1994.
Por favor, para esta apostila ou para agendar workshops, entrar em contato com emiliocantini@bol.com.br